Não-Pertencimento
Socorro! Não estou sentindo nada Nem medo, nem calor, nem fogo Não vai dar mais pra chorar Nem pra rir...
Socorro! Alguma alma Mesmo que penada Me empreste suas penas Já não sinto amor, nem dor Já não sinto nada...
Socorro! Alguém me dê um coração Que esse já não bate Nem apanha Por favor! Uma emoção pequena Qualquer coisa! Qualquer coisa Que se sinta...
Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva Qualquer coisa Que se sinta Tem tantos sentimentos Deve ter algum que sirva...
(Socorro - Arnaldo Antunes)
Escrito por Signo de Ar às 00h23
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Dois pontos
Neste Novo Ano, escrevi minha carta pro papai Noel. Eu sou assim, fora de hora. E de contexto. Não que eu queira me gabar, nem que isso seja sempre bom, mas é a real. Eu posso ser duro e áspero sem querer. É que às vezes as palavras escapam ao filtro do bom senso. Mas tenho muito respeito, sim senhor. E gosto das coisas justas. Embora não saiba bem quem é que pode julgar o que é justo e prefira minhas calças mais largas... Eu não tenho senso do ridículo, gosto da piada da vida e faço troça dela... Mas acho ridículo quem denigre o alheio. E a si próprio também. Acho ruim prejudicar de propósito, ser inconveniente pra chamar a atenção, humilhar e falar mal. Mas se um ataque de riso em hora errada for inconveniente, esse inconveniente passa. Eu gosto muito de brincar. Com meus amiguinhos de 25, de 33, de 8, de 1 e de 86 anos. Brinco de trava-línguas, de mãozinha, de pepe-já-tirei-a-vela, de adoletá, de "Maestro, qual é a música?" e de falar difícil com meus amigos “intelectualóides”. Embora não seja eu um intelectualóide, mas sim um curioso enganador. Gosto de gente de verdade, sem adornos. O único adorno que gosto é da máscara de disfarce do próprio Adorno, assim com A maiúsculo. Gosto de cheiro de mato. Gosto do que é rústico. Gosto muito do vento, do sol e do sertão. Gosto de moda de viola, de violão, da bossa nova e também do jazz. Gosto de clássicos em geral. Pareço moderno, mas sou antigo. Gosto de um acaso que alegra a gente de repente no meio de um dia que parece vazio. Já gostei de vários casos, agora não tenho nenhum. E gosto disso também. Eu confio na SORTE! E ela gosta de mim. Gosto daquela sensação perdida de ter o mundo em liberdade. E da sensação liberta de estar perdido no mundo... Não gosto de rave, odeio rave! Desculpe-me o pessoal do tal universo paralelo. Meu mundo paralelo é dentro de mim, onde habitam todos aqueles de quem eu gosto, mesmo sem saber. Meu mundo paralelo é onde guardo as pessoas incríveis e inspiradoras que encontro pelo caminho... Junto do meu característico otimismo pelo dia de amanhã.
Escrito por Signo de Ar às 00h15
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Quem sou eu:
Desde muito tempo, essa indagação “Quem sou eu:”, causa em mim inevitáveis dúvidas, não pela junção dessas três pequenas palavras, mas sim pelos dois pontos que a sucedem. Apenas dois pontos. Eles exigem um depois, um por vir e respostas que talvez não saiba dar no momento que foge: o presente.
Nessa ilusão que é o presente, observo alguém que se construiu e reconstruiu, independente do tempo ou de quem estava ao lado para segurar a mão.
Na noite de Ano Novo foi impossível pensar somente no 2007 que se despedia. Imediatamente, rememorei os 25 anos que aos poucos começam a pesar como pesa o olhar de um pai sobre um filho, ao falar sobre independência, responsabilidade e escolhas. Diante dos olhos, as imagens do que fui e quero continuar sendo, do que ainda não sou, mas certamente serei e do que poderia ter sido se as experiências pontiagudas não tivessem me repelido dos meus próprios sonhos.
Em meio a raios e trovões inesperados, durante esse um quarto de século, vejo uma família que se conserva como referencial a tudo àquilo que pretendo ensinar para os meus frutos que virão.
Amigos, cuja importância não cabe no infindável sentido da própria palavra.
A profissão, nuance de singular importância, cada vez mais próxima de se tornar uma conquista.
Amores... Assim, com reticências. Jamais conseguiria expressar o que significou cada um; os que permaneceram por muito tempo (tempo suficiente pra virar história pra contar) ou aqueles que chegaram sem pedir licença e foram embora sem dizer adeus, somente para que um dia, possa dizer aos meus netos o quanto a vida valeu à pena.
Lugares, momentos, despedidas, “até breves”, reencontros, muita fé e a certeza de querer mais.
Por hora, observo sinais de que alguns caminhos me levarão aonde realmente desejo chegar. Ainda assim, volto ao papel do temeroso filho que, atento e solitário, busca assimilar os ensinamentos do pai, quando penso na falta de “um você”, que resultaria em um “nós”.
O “você” que ainda não conheço, não sei o nome, não sei o gosto e desconheço a emoção que a simples presença causaria.Apesar da estranha sensação de aguardar alguém sem rosto, sem nome, sem forma, reservo-me na certeza de que tal espera é necessária. Assim como é indispensável sentir solidão para valorizar a companhia, sentir fome para agradecer pelo alimento, sentir-se perdido para saber a importância de ter um ideal. Minha espera me mostra a cada segundo, a urgência de viver agora tudo aquilo que representa objetivos, sonhos e conquistas. Somente depois, naquele futuro logo ali, experimentar o que jamais poderia sequer ter imaginado, sabendo que tudo perde a importância primeira, quando alguém arrebata esse lugar prioritário e fica lá para sempre.
Enquanto você não vem, sigo meu caminho e invento novas realidades, imaginando a grandiosidade desse encontro.
Enquanto você não vem... Me distraio. E isso basta.
Só enquanto você não vem.
Escrito por Signo de Ar às 22h45
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Receita para 2008
Beijo carinhoso e amoroso;
Abraço apertado e confortável;
Sono leve e profundo;
Amigos;
Um show só para mim;
Flores;
Brisa fresca no rosto;
Paciência;
Uma tarde bonita;
Feriado e praia sem agito;
Ver e ouvir o céu;
Pouca filosofia;
Oração curta e de fé;
Ficar só, mas com alguém...
Amém.
"Já não procuro a palavra exata
que me pudesse explicar:
ando pelos contornos
onde todos os significados
são sutis, são mortais.
Não busco prender o momento
belo: quero vivê-lo sempre mais
com a intensidade que exige a vida,
com o desgarramento do salto
e da fulguração.
E me corto ao meio e me solto
de mim, duplo coração:
o que vive, o que narra,
o que se debate e o que voa
- na loucura que redime
da lucidez."
(Lya Luft)
Escrito por Signo de Ar às 22h42
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Tempo, tempo, tempo, tempo...
Por um minuto, pensei que não soubesse mais escrever.
Na realidade, pensando sobre isso, acabei percebendo que a capacidade de balizar as palavras sempre esteve aqui. Porém, não havia o que dizer.
Esse espaço registrou um tempo onde a palavra era a única ferramenta capaz de externalizar aquilo que de nenhuma outra maneira saberia dizer. Emaranhado em meus próprios pensamentos, de longe havia um ser em processo de reconstrução, capaz de vender a alma em troca de uma resposta.
Pois não é que a encontrei...!?
A tal resposta pregou-me uma peça e depois de ter caminhado por estradas perigosas, descobri que ela sempre esteve no mesmo lugar. E pasmem, pois esse lugar estava tão próximo que meus olhos não conseguiram enxergar.
Hoje, estou em posse da peça fundamental. E consciente de que esse poder exige responsabilidade, fica registrado aqui uma espécie de recomeço.
Minha retomada.
Meus fiéis apreciadores devem estar se perguntando: “Afinal, qual era a resposta? Onde ela estava?”
Como mencionei, realmente ela sempre esteve num lugar onde meus olhos não podiam alcançar. Mas na intenção de simplesmente enxergá-la, esqueci de sentir.
Meus olhos não podem ver meu coração e nem por isso ele deixou de bater.
Nisso que hoje é presente, consigo olhar pra dentro e perceber que o amor esteve sempre ali, no lugar que lhe foi dado de direito. Ainda que suas representações, personificadas em tantos olhares que cruzaram com os meus, nas mãos que tocaram meu corpo e nas promessas que o tempo não sustentou, tenham riscado a pedra, isso não fez com que ela perdesse sua preciosidade.
A delicadeza de sentir como se fosse a primeira vez, somada ao reconhecimento de que a espera me transformou em alguém melhor para aquela está a caminho, interpelam-me em acreditar que tudo valeu a pena.
O amor, por questão de subsistência, encontrará seu porto em outros olhos, em outro sorriso, no abraço e na esperança de um futuro bom que me espera logo ali, nesse que não conheço por inteiro, mas que já posso sentir.
Desde sempre, ele inaugura em mim novos sonhos que ultrapassam limites que nem eu mesmo pensei que existissem.
E como são belos os novos sonhos... Acompanhados do desejo de felicidade sem concessões, minha capacidade de sentir, prepara-me para recebê-lo como ele merece me encontrar: inteiro, sereno e pronto para debruçar em todas as páginas que ainda não foram contadas.
Seja bem-vindo, novo tempo, pode chegar.
Por aqui, todo desejo. E na esperança, a certeza de que minha humanidade sempre me revela nos momentos de esquecimento, que os sonhos pueris permanecem.
Desde hoje.
Para sempre.
Escrito por Signo de Ar às 00h20
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Pra terminar, Quintana
"Não quero
Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim.
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento,fui insubstituível. E que esse momento será inesquecível. Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre. E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos,que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho. Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... E não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo,mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como sim. Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão, que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas.
E que a vida é bela sim, que eu sempre dei o melhor de mim e que valeu a pena..."
(Mário Quintana)
Escrito por Signo de Ar às 15h21
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Olha eu aí
Olha eu aí
Viajando no seu sentimento
Dentro do seu coração
Olha eu aí
De repente no seu pensamento
Andando
Em sua direção
Um brilho no olhar
Da paixão que bateu
E já era tempo
De deixar acontecer, valer
O seu desejo e o meu
A gente às vezes
Deixa de amar
Por não ouvir
O coração falar
Por orgulho, vaidade
Ou sei lá o quê
Não vale a pena
Sentir solidão
Se posso dizer sim
Pra que vou dizer não?
Meu amor foi feito
Na medida pra você
É só me deixar provar e amar
Você vai ver
Olha eu aí!
(Tivas)
Escrito por Signo de Ar às 09h18
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As xícaras
Sempre chega a hora...
Todas as coisas se apresentam acompanhadas da sensação de não pertencimento junto ao todo que, até então, era todo nosso.
De repente, subitamente, surge o imenso desejo de ter as próprias xícaras.
E dividi-las com um alguém...
Apesar dos tantos sentires que vem e vão, mas no fundo são apenas farelos ou um cheiro da verdadeira busca, onde está o alguém merecedor da partilha das xícaras?
O alguém.
Ah, esse alguém que carrega o bom dia que vem depois da noite de paz.
Essa noite que sucedeu o prazer e o banho juntos, fruto de um jantar inesperado, após o encontro depois do trabalho naquele dia de feira, onde tudo parecia fora de lugar.
Até esse encontro... Tá tudo bem agora.
A companhia e mais do que simplesmente estar junto; viver-vivendo junto com...
E as nossas xícaras... Nossas cores, nossos tamanhos, nosso gosto de café para o outro.
Café e amor feitos na hora, uma combinação perfeita como cobertor e dias de frio, sempre ali.
A partilha acontecendo à vontade nos dias de paz.
Enquanto isso permaneço na espera do outro que ainda não conheço e que, absolutamente, não passou pelo meu caminho.
Sei o que é meu e tudo é tão nosso que já vou guardando as xícaras.
Vem chegando, pode entrar.
Fique tranqüilo, pois aqui mora um coração...
Escrito por Signo de Ar às 13h10
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Apenas mais uma de Amor.
Ontem estive discutindo com uma amiga do trabalho, sobre dois filmes que assistimos certo tempo atrás: Terapia do Amor e Separados pelo Casamento.
Chegamos à conclusão que definitivamente os tempos são outros. Os filmes e novelas de antigamente, inclusive a singular dramaturgia de Manoel Carlos, abordavam amores e amores...
Paixões arrebatadoras que enfrentavam holocaustos pelo ser amado, sentimentos sem medida onde diferenças de idade, religião, crenças e objetivos comuns nunca tiveram a menor relevância.
Hoje, o ser humano percebe que não é mais possível (e eu acredito que nunca foi) viver de amor numa cabana e muito menos que os opostos se atraem. Ainda que o amor seja pra sempre o sal de qualquer relação, o sabor como um todo não depende só dele.
Depois de aprender a lidar com a solidão, as pessoas perceberam que mais do que viver pelo outro, o importante mesmo é viver pra si, com o outro. E com isso surge a urgência de afinidades. Os beijos, os abraços, o sexo com o amor e o sexo por sexo, mantém uma relação por um tempo determinado e suficiente para que as pessoas sintam a necessidade da partilha, do bom papo, da simples companhia, do sonhar junto.
O que eu quero mesmo é falar de amor...
Mas não quero fazer menção ao amor sentido
Mas sim ao amor testemunhado
Ao amor que é possível enxergar
Aquele amor que se aposta...
Hoje, menina lua, se me perguntarem o que a gente faz depois que se é feliz, já sei a resposta.
Perpetua-se a felicidade e, através do outro, se divide a fim de multiplicar.
E quando há multiplicação, a felicidade fica estampada e é partilhada com todos à sua volta.
As pessoas enxergam nos olhos e na presença daqueles que experimentam o sentir, na essência...
Não existem mais dúvidas
Apesar das marés de incertezas, o amor ainda é um sonho possível.
Essa resposta encontrei na vida de duas pessoas que me são muito caras.
Não existe segredo para essa tal felicidade.
Quando há espaço apenas para cumplicidade e as coincidências.
Desejos, projetos e sonhos que coincidem.
Portanto, cabe a mim aguardar pela mesma sorte de um “amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”.
Que assim seja!
Escrito por Signo de Ar às 15h43
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Para o viajante ausente no grande dia
Nunca te vi, sempre te amei.
É possível?
Quisera (utopia) saber de todas as coisas que cabem dentro do possível...
Impossível!
Estou à paisana, na espreita.
Quando der sinal te pego de surpresa.
Não exagere no espanto, pois sei que a expectativa é a mesma.
Da mesma forma que gêmeos são todos os sonhos, as loucuras e até os desamores...
Qual o seu rosto, qual o seu gosto?
Nos encontraremos num dia bom.
E num bom dia, boa tarde
Mas de preferência numa boa noite
Vamos experimentar-nos.
E que a imperfeição seja perfeita para aliviar os anseios
No abraço, no cheiro, nos olhos e no momento dos beijos.
“Quem acendeu a vela do destino
Não contava com a ventania
É tarde, chuva que demora
Olha apressado
Vazando na memória
Mas eu sou reza forte
Pau mandado
Nem o diabo me olha de lado
Caiu pra lá
Caiu pra cá
Se eu te encontro num desses feriados
Te pego, Te relo, te cato, te caço, te como, te devoro
E o que me der na telha
Quem é você
Fogos ou artifícios
Ou minha ultima sem telha
Velas e Vento
Me levam pra você
Meu coração
Guarda o fogo
Deixa o destino
Acender a chama
É tarde
Velas e vento
Estradas me levam pra tua cama”
(Velas e Ventos – Ana Carolina)
Escrito por Signo de Ar às 09h13
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Paixões? Quero viver todas!
Tiritas pa este corazón partio...
Tiritas pa este corazón partio...
Ya lo ves, que no hay dos sin tres,
Que la vida va y viene, y que no se detiene, y que se yo...
Pero miente me aunque sea, dime que algo queda entre nosotros dos que en tu habitacion, nunca sale el sol
Ni existe el tiempo ni el dolor .
Llevame si quieres a perder, a ningun destino, sin ningun por que
Ya lo se, que corazon que no ve
Es corazon que no siente o corazon que me miente
Amor...
Pero sabes que en lo mas profundo de mi alma sigue aquel dolor
Por creer en ti, que fue de la ilusion y
De lo mas bello que es vivir?
Para que me curaste cuando estaba herio
Si hoy me dejas de nuevo el corazón partio?
Quien me va a entregar sus emociones?
Quien me va a pedir que nunca la abandone?
Quien me tapar esta noche si hace frio?
Quien me va a curar el corazon partio?
Quien me llenara de primaveras este enero?
Y bajara la luna para que juguemos?
Dime si tu te vas, dime cariño mio,
Quien me va a curar el corazón partio?
Tiritas pa este corazón partio
Tiritas pa este corazón partio
Dar solamente aquello que te sobra
Nunca fue copartir, sino dar limosna ,amor.
Si no lo sabes tú , te lo digo yo.
Despues de la tormenta siempre llega la calma,
Pero,se que despues de ti, despues de ti no hay nada.
Para que me curaste cuando estaba herio
Si hoy me dejas de nuevo el corazón partio.
Quién me va a entregar sus emociones?
Quién me va a pedir que nunca le abandone?
Quién me tapar esta noche si hace frío?
Quién me va a curar el corazón partío?
Quién llenará de primaveras este Enero
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime si tu te vas, dime, cariño mío,
Quién me va a curar mi corazón partío?
Quién me va a entregar sus emociones?
Quién me va a pedir que nunca le abandone?
Quién me tapar esta noche si hace frío?
Quién me va a curar el corazón partío?
Quién llenará de primaveras este Enero
Y bajará la luna para que juguemos?
Dime si tu te vas, dime, cariño mío,
Quién me va a curar mi corazón partío?
(Corazón Partio - Alejandro Sanz)
Escrito por Signo de Ar às 15h39
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Ainda tá aqui...
Faz tempo... Eu sei.
Passaram-se quase seis meses.
O silêncio de um coração que ainda sente se revela em sentimentos cíclicos
Por essa noite ele foi capaz de sentir novamente a emoção distorcida e já considerada ausente
Saudade...
Confesso que saudade de algo que nem o próprio ser reconhece
Talvez, saudade do que poderia ter sido
Saudade de tudo o que não aconteceu
Saudade de um “nós” que nós mesmos não sabíamos
Saudade de mim mesmo
Saudade de um tempo
E Saudade da pele, do toque, do cheiro
Saudade de uma certeza que não se sabia
Ele era por mim, assim como eu era por ele
Sempre.
A Saudade foi do amor de graça!
Escancarado
Companheiro
Quanta Saudade da exaustão que batia depois da loucura dos corpos trêmulos de tanto prazer
Saudade das esperas e atrasos
Do risinho no canto da boca
E das tantas e tantas ligações que faziam parte já da rotina
Ah... Saudade daquele olhar
Da mão quente que acariciava minhas pernas, pêlos e alma
Das visitas programadas e totalmente esperadas
Saudade, muita saudade dos sonhos que não se realizaram
Das promessas que não se cumpriram
E da certeza de que era pra sempre
Sem tristeza, apenas com a necessária solidão
Não desejo depositar sobre outra emoção tudo isso que é Saudade
Vou senti-la até o final, esgota-la e resignificá-la
Sem culpa
Apenas com a responsabilidade por toda felicidade que um dia foi minha
Que um dia foi nossa...
Escrito por Signo de Ar às 08h41
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Eu, Jorge e a Vida...
"Vem me pedir além do que eu posso dar É aí que o aprendizado está Vem de onde não sonhei me presentear Quando chega o fim da linha e já não há aonde ir Num passe de mágica A vida nos traz sonhos pra seguir Queima meus navios pr'eu me superar as vezes pedindo que ela vem nos dar o melhor de si
E quando vejo, a vida espera mais de mim mais além, mais de mim O eterno aprendizado é o próprio fim Já nem sei se tem fim De elástica, minha alma dá de si Mais além, mais de mim Cada ano a vida pede mais de mim mais de nós, mais além
Vem me privar pra ver o que vou fazer Me prepara pro que vai chegar Vem me desapontar pra me ver crescer Eu sonhei viver paixões, glamour Num filme de chorar Mas como é Felini, o dia-a-dia Minha orquestra a ensaiar Entre decadência e elegância, zique-zaguear Hoje, aceito o caos.
E quando vejo, a vida espera mais de mim mais além, mais de mim O eterno aprendizado é o próprio fim Já nem sei se tem fim De elástica, minha alma dá de si Mais além, mais de mim Cada ano a vida pede mais de mim mais de nós, mais além"
Escrito por Signo de Ar às 13h48
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Apenas um Palpite...
"Eu sinto a falta de você
Me sinto só E aí, será que você volta?
Tudo à minha volta é triste E aí, o Amor pode acontecer de novo pra você,
Palpite."
Escrito por Signo de Ar às 10h55
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Você é dez... E eu sou do bem.
Deixa o fascínio continuar vivo...
Eu sei que muitos esperam pela continuação da história abaixo, mas sinto informar que não continua.
Afinal, quem disse que precisa de continuação?
Deixa tudo assim.
A primeira me mostrou o que era Amor.
A segunda me fez sentir vivo, mesmo me levando do céu ao inferno... Tudo valeu!
A terceira... Mostrou-me que ainda posso.
E isso basta...
Desejo que venha mais emoção.
E que Deus permita meu coração sentir até doer.
Com toda Saudade e apesar da lembrança do que foi.
Carrego comigo cada cheiro, cada gosto e as marcas todas.
Vivemos...
E hoje há um norte.
Uma direção, mais uma vez, traduzida na canção...
“Eu quero um amor tranqüilo que me dê um filho, que me dê a mão
Eu quero um amor no cio pra encher o vazio do meu coração
Eu quero viver meu sonho e dentro dele tudo que eu tiver direito
Eu quero um amor sem tamanho, de um jeito que caiba dentro do meu peito
Eu quero um amor que venha me trazer o vento quente do verão
O fogo pra queimar a lenha, que me pegue em cheio feito um furacão
Eu quero viver meu sonho e dentro dele tudo que eu tiver direito
Eu quero um amor sem tamanho, de um jeito que caiba dentro do meu peito
Eu sei que tudo vai mudar, quando você vier
Pra ser o que eu vivo a esperar
Pra ser minha mulher (meu homem)
Eu sei vai ser tudo de bom
Mas esse alguém tem que acreditar
Amor foi feito pra durar...
Eu quero viver meu sonho e dentro dele tudo que eu tiver direito
Eu quero um amor sem tamanho, dê um jeito que caiba dentro do meu peito
Eu sei que tudo vai mudar, quando você vier
Pra ser o que eu vivo a esperar
Pra ser minha mulher (meu homem)
Eu sei vai ser tudo de bom
Mas esse alguém tem que acreditar
Amor foi feito pra durar”
(Feito pra durar)
Escrito por Signo de Ar às 08h10
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